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125 resultados encontradosITENS DO OBSERVATÓRIO
Por que discurso de ódio é assunto de escola
- 31/10/2019
- Radar de Imprensa
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e demonstraram misoginia e intolerância religiosa. Um episódio muito mais grave, porém, estava por vir: em março deste ano, um nacionalista na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, fazia uma transmissão pelo Facebook quando disse "Inscreva-se no canal PewDiePie" e, em seguida, adentrou uma mesquita armado. O ataque provocou a morte de 51 pessoas. Apesar de não haver
Promotoria pedirá internação de jovem que agrediu professora
- 22/08/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
melhor, livre do ódio, do racismo, do preconceito, do machismo, da misoginia, da homofobia, do fascismo. Dilacerada ainda, mas em paz”, escreveu a professora. Friggi também publicou uma foto dos ferimentos que as agressões provocaram em seu rosto. Ela está com um olho roxo e um corte acima do supercílio. Na legenda, ela cobrou respeito aos professores. “Brasil
Por que precisamos falar sobre gênero na escola
- 26/04/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
todos a favor de uma sociedade brasileira mais tolerante e solidária? Ou somos a favor da agressão a homossexuais e da violência doméstica? Com certeza não. A explicitação da discussão sobre gênero e o respeito à orientação sexual de qualquer brasileiro e brasileira são condições fundamentais para um Brasil livre do machismo, da homofobia, da misoginia
MEC divulga 3ª versão da Base Nacional Comum Curricular
- 19/04/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
e o respeito à orientação sexual de qualquer cidadão, dentro e fora da comunidade escolar, é uma das condições para uma sociedade livre do machismo, da homofobia, da misoginia e de todo e qualquer tipo de preconceito. Além disso, o documento tem um caráter notadamente prescritivo, com definição de objetivos de aprendizagem ano a ano para cada disciplina. Tal debate
Violência contra mulheres, violência doméstica e violência de gênero: qual a diferença?
- 2016
- CEDOC
- Texto
O texto reflete sobre as diferenças entre violência contra mulheres, violência doméstica e violência de gênero. Nomear as distintas formas de violência permite às suas vítimas o reconhecimento de suas demandas com todas as suas peculiaridades e possibilita elaborar as melhores políticas para seu combate.